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A nova realidade das empresas.

 

O mundo já passou por diversas mudanças ao longo de sua existência.

A evolução da humanidade nunca foi tão grande e de tão grande impacto como foi neste século que passou, lembremos que no início do século iniciava-se a grande revolução industrial com as máquinas a vapor, naquela época o homem se sentia poderoso ao produzir quantidades cada vez maiores de produtos em muito menos tempo.

 

Também neste período a comunicação começava a dar os seus primeiros passos com a invenção do telégrafo, mais tarde com o telefone e o rádio.

O auge da evolução do século passado foi a transmissão de imagens a cores e ao vivo de qualquer parte do planeta, as pessoas sentem de fato a globalização com o advento da internet, o homem foi ao espaço, o homem mandou seus robôs até marte.

 

Mas, não foi só na tecnologia que o homem avançou, avançou também na sua maneira de ser, as empresas começam a ver o seu papel como desenvolvedores de uma nova sociedade, a qual ainda vive uma triste realidade: extremos entre a riqueza e a pobreza”, a guerra que não foi banida de nosso planeta, a fome que continua a existir, excetuando-se uma pequena  minoria, o mundo ainda está mergulhado na obsucuridão do analfabetismo, do fanatismo religioso, o que leva à intolerância, gerando preconceitos absurdos.

O planeta vive seu estresse biológico, demonstrado sob forma de tempestades, secas, altas temperaturas ou baixas temperaturas ambas desencadeando medo e impotência diante de uma mãe chamada natureza, que por mais bondosa que seja com seus convidados nunca deixará seu filho o planeta Terra, ser consumido pela sede do capitalismo.

 

É neste cenário que as empresas vivem e é este também o cenário que deve ser modificado.

 

Os documentos que indicavam um bom resultado para uma empresa eram o seu balanço e demonstrativos de resultados dos investimentos realizados, independente se estes vieram pela estrada da destruição ambiental e da deterioração da saúde de seus operários.

 

Hoje as empresas não podem mais se contentar em dar lucros aos seus investidores, devem também dar retorno à sociedade, os clientes não são mais fiéis, pois, onde haviam filas para se comprar produtos, hoje vemos filas de empresas oferecendo seus produtos, antes o cliente era refém, já hoje o cliente é consciente, exigente, informado, impaciente, calculista e não se presta a ser enganado por aquilo que não atende realmente suas necessidades.

 

Os clientes querem hoje produtos mais personalizados, com baixo custo e alto valor agregado, não são apenas pequenos serviços extras que devem acompanhar produtos, mas sim algo em que o cliente perceba a intenção das empresas em fazer o melhor.

 

Os empregados hoje chamados de colaboradores, que antes eram vistos como simples mão-de-obra passaram a ter outra função nas empresas além de trabalhar, eles devem criar inovar, reduzir custos, se preparar para o pior, conviver com a falta de emprego gerado pela automatização.

Passamos da era que o importante era ter capital e gerar produtos e chegamos à era da informação - e viva a telecomunicação - em pouco tempo a informação sozinha também não era mais vantagem competitiva e então entramos na era do conhecimento.

E o conhecimento está aonde?

Na cabeça do ser humano e o novo capital passa a ser o ser humano e todos dizem – VIVA O CAPITAL HUMANO! –Aquele que deve ter inteligência (hard disk), educação (software), linguagem (articulação das idéias), comunicação (o resultado do uso das três anteriores) e a informação que é a matéria prima para o capital humano produzir o conhecimento e este último é que vai dar margem de lucro às empresas.

Quanto mais conhecimento agregado aos produtos e serviços maior será a margem.

A nova realidade das empresas é viver num mercado de concorrência muito acirrada, veloz e eficaz, vencerá quem tiver os melhores talentos jogando em seu time, então as pessoas devem aumentar seu capital intelectual visando a absorção do conhecimento e as empresas devem buscar e reter os talentos antes que estes montem seus próprios negócios ou vão para a concorrência.

 

Hamid Malek Zadeh

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